Exame de DNA para Animais – Relacionado à raça Fila Brasileiro

                        Amigos, infelizmente somos obrigados a voltar ao assunto em virtude da insistência contumaz de alguns poucos adeptos fervorosos das teorias mórbidas de Clube dissidente, os quais insistem em acusar e taxar de mestiços os cães Fila Brasileiro de criação de criadores não adeptos do clube dissidente e que criam somente seguindo as Regras e o Padrão OFICIAIS que são os divulgados pelo sistema CBKC/FCI, que são devidamente reconhecidos por outros Países e pelo Brasil. Os ataques se direcionam em duas frentes principais: Uma delas contra as cores PRETA e TIGRADA ESCURA, e a outra frente ataca todos os criadores de Fila Brasileiro que não se coaptaram com as teorias do clube dissidente.

                        No site: www.webanimal.com.br/cao/index2.asp?menu=dna da CEPAV, uma Companhia das mais respeitáveis e conhecidas no Mundo, na área de Veterinária e pesquisa genética, lemos, entre outras coisas, o seguinte trecho, logo abaixo transcrito:

                        1) O que o DNA NÃO PODE FAZER:

            –           Promover ………………….

            –           Determinar ………………..

            –           IDENTIFICAR ANIMAIS PELA RAÇA.

            –           Diagnosticar……………….

            –           Selecionar…………………..

                        2) O QUE O DNA “PODERÁ” PROVER NO FUTURO:

            –           Triagem genética para características de interesse.

            –           Doenças………………….

            –           Caracteres positivos.

            –           SELEÇÃO GENÉTICA DE ANIMAIS para melhoria de linhas de sangue.

            –           Animais melhores e mais saudáveis.

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                        Comentários de autoria deste signatário a respeito do assunto supra.

                        1) A Cia. CEPAV é uma Firma de renome mundial, que é destaque na parte médica veterinária, principalmente é reconhecida pelo seu aprofundamento e avanço na pesquisa de DNA para os chamados animais pequenos (cães, gatos, etc.)

                        2) A ciência genética ainda não conseguiu, apesar de inúmeros estudos, inclusive na área médica humana, definir uma diferenciação racial que possa cientificamente ser confiável com grau de exatidão de nível aceitável entre as diversas Raças animais e inclusive nas ditas “raças” Humanas

                        3) O avanço nessa parte da ciência Genética Animal é notável, dia a dia, acompanha-se notícias de novas descobertas e estudos diferentes e por cientistas de todas as partes do mundo

                        4) Vejam que apesar de todos os avanços na área da ciência genética, ela ainda não consegue identificar nenhuma Raça Animal, principalmente canina, em relação a algumas outras. Isso talvez se deva ao fato de que a Raça Canina seja “considerada” Pura e muitos achem que “pureza” é sinônimo de não mistura, de unidade igualitária genética, de uniformidade genética. E isso (uniformidade genética) não existe. Raça pura não é isso, pois Raça Pura é SOMENTE um conceito que se aplica quase exclusivamente a animais domésticos mediante uma CONVENÇÃO (acordo) entre criadores (pessoas que criam oficialmente) e aceitam como “pura” a Raça que seja aquele conjunto de animais semelhantes entre si, que se reproduzam sexualmente, produzindo filhotes semelhantes entre si e que sejam semelhantes aos pais (reprodutores), desde que esses (reprodutores) estejam devidamente REGISTRADOS como sendo dessa específica Raça no LIVRO de Registros do SRG (Serviço de Registro Genealógico) do Sistema Cinófilo OFICIAL CBKC/FCI, cuja oficialidade se traduza, inclusive, pelo reconhecimento oficial de outros Países e sigam todas as demais normativas e regras a respeito, como por exemplo: que ambos os reprodutores (pai e mãe) estejam com pelo menos três gerações de antecedentes (Pais, Avôs e Bisavôs) devidamente inscritos também no referido Livro como sendo daquela Raça específica para os produtos (filhotes) receberem o CRO (Certificado de Registro de Origem) normal, que ambos os reprodutores (pais da ninhada) não apresentem nenhuma das características classificadas no Padrão Racial OFICIAL ou no MED (Manual de Estrutura e Dinâmica) da CBKC/FCI como sendo desqualificantes e concomitantemente atendam às proporções importantes descritas no mencionado Padrão

                        5) A CEPAV, a exemplo de outras Empresas correlatas, pode e faz corriqueiramente o exame de DNA Animal/Canídeo para determinar a paternidade da ninhada (filhotes), fato esse que, considerado conjuntamente com a obrigatoriedade de se constar nos MRNs (Mapas de Registro de Ninhada) e nos CROs (Certificados de Registro de Origem), obrigatoriedade essa imposta pelo SRG (Serviço de Registro Genealógico) da CBKC/FCI, o microchips inserido (implantado) na cernelha dos padreadores (pai e mãe) da ninhada, do número respectivo desse “microchips” inscrito no citado CRO dos padreadores (pai e mãe) acrescenta e aumenta sobremaneira a CONFIABILIDADE e CREDIBILIDADE da criação cinófila já existente, em especial na criação OFICIAL da Raça Fila Brasileiro, sendo que esse método e essas normas criam um vínculo legal/jurídico para uma possível comprovação jurídica de  paternidade, pois nossa Raça era, é, e acredito, continuará sendo, uma Raça que é muito atacada, injusta, leviana e de forma totalmente equivocada por algumas pessoas adeptas de teorias mórbidas de um clube dissidente, sendo, então, tal fato (aumento da confiabilidade e da credibilidade) altamente eficaz para derrubar algumas “crendices” e “teorias mórbidas” dessa pequena facção dissidente e ‘insistente”. Diga-se também que essa campanha sistemática de acusações somente serve para causar danos à credibilidade da Raça Fila Brasileiro

                        6) Todos os criadores de Fila Brasileiro sabem (ou deveriam saber) que uma pessoa muito inteligente, muito conhecedora da análise morfológica canina, PORÉM muito rancorosa e muito ditatorial, NÃO pode merecer nossa credibilidade, ainda mais em casos de COMPROVADA INCOERÊNCIA , igual ao fato de se afirmar algo ou falar uma coisa durante um longo período de tempo (cerca de bem mais de trinta anos) e depois, subitamente, começar a se desdizer, a se contrariar, tudo dependendo do humor do momento, ou do lado de amigos ou de inimigos. Basta um desejo seu não ser realizado, que aqueles que participaram da ação para a não realização do desejo, passem a ser tratados como inimigos mortais. Não, a vida não pode ser dessa maneira. Se hoje o objeto no chão é chamado de pedra, amanhã também o chamaremos de pedra e não de aço, ou de madeira ATÉ A APRESENTAÇÃO DE UMA PROVA REAL QUE CONTRARIE esse nome de pedra. Segundo um Princípio de Direito que é obedecido na grande e enorme maioria dos Países, o qual diz: “O ônus da prova REAL é da acusação”, qual seja, o dever de quem acusa é PROVAR REALMENTE o fato do qual acusa alguém, ou a acusação não será considerada, ou, até poder-se-á inverter a penalidade judicial. Também existe no nosso CPB (Código Penal Brasileiro), vigente desde 1940 (se não me falha a memória), um crime contra os fraudadores, denominado juridicamente de “Falsidade Ideológica”, o qual tipificaria hipoteticamente algum criador de FB que fraudasse a Raça FB que estava sendo apurada a partir de 1946 (data do estabelecimento do Primeiro Padrão Racial OFICIAL e também do estabelecimento do serviço de Registro Genealógico da Raça Fila Brasileiro pelo extinto Kennel Clube Paulista, com a devida expedição dos devidos comprovantes legais). Acontece que esse mesmo Código Penal Brasileiro, datado de 1940 (poucos anos antes do nosso Primeiro Padrão), também estabelecia uma série enorme de outros procedimentos tipificados como crime, tais como: Injúria, Calúnia e Difamação. Todos nós, criadores e admiradores de Fila Brasileiro sabemos (ou deveríamos saber) que o ilustre sr. PSC (Paulo Santos Cruz) era Doutor, por ser Advogado, e dos mais brilhantes diga-se de passagem. Pois bem, dessa forma, como um “brilhante” Doutor em leis, ele era um “expert” em leis e, dessa forma, ele conhecia todo o CPB e sabia que se ele formalizasse uma acusação de fato tipificado como crime pelo já citado CPB, ele teria OBRIGATORIAMENTE de PROVAR com PROVA (s) REAL (is). Dessa forma, para se vingar de “desafeto (s) político (s) ele passou a acusar (sem identificar os autores hipotéticos) de que haveria uma “mestiçagem“ generalizada na Raça Fila Brasileiro, investindo principalmente contra as cores PRETA e TIGRADA/RAJADA escura da Raça Fila Brasileiro. Dessa forma, ele se esquivava de ter que apresentar PROVA REAL na Justiça Brasileira. Ele patrocinou uma série de acusações pela imprensa, valendo-se da amizade com um jornalista, porém, em momento algum citou especificamente o nome de alguém diretamente relacionado com o fato criminoso que fosse bem especificado com dia da ocorrência, local, testemunhas, provas, etc., bem como, deixou de proceder como qualquer cidadão cumpridor de seus deveres e obrigações, principalmente como sendo “Doutor” em lei, teria e DEVERIA de ter feito, qual seja, comparecer à uma Delegacia de Polícia, munido da (s) prova (s) de sua acusação e lá, FORMALIZAR a sua acusação, IDENTIFICANDO o (s) autor (es) do Crime tipificado como “Falsidade Ideológica”. Pergunto agora aos “seguidores” e “adoradores” do sr. PSC: Qual a razão dele, sr. PSC, não ter denunciado diretamente numa Delegacia de Polícia Judiciária o (s) fato (s) criminoso (s)?

Será que era por ele saber que tudo aquilo não passava de especulação mentirosa, ou será que ele não sabia que a Autoridade Policial, conforme está, e estava, prescrito no mesmo CPB DEVERIA (e não poderia) tomar de imediato as devidas providências e desencadear as medidas de Persecução Criminal, iniciando com a tomada das declarações, de modo formal, do queixoso/acusador e das outras medidas que se seguiriam, quais sejam: juntada das Provas , Perícias, exames, intimações, etc. e etc.. Não, não era por ele desconhecer a Lei, pois, isso contrariaria tudo que as pessoas sabiam dele e de sua elevada inteligência. A lógica nos induz a acreditarmos que ele sabia de cor e salteado todo o CPB, assim como ele sabia tudo da Raça Fila Brasileiro na época em que ele aceitou elaborar o primeiro Padrão Racial Oficial, atuando com maestria e sabedoria/conhecimento técnico da Raça Fila Brasileiro, pois já militava, naquela época (1946) desde há longos anos no comércio da Raça FB, comprando e revendendo exemplares, consoante se comprova ao ler-se a história da vida dele ou a história da Raça Fila Brasileiro. A intenção dele era a de atacar os “inimigos políticos” que não o haviam alçado à condição de ganhador nas urnas da eleição para Presidente do extinto CPFB (Clube Paulista do Fila Brasileiro).

 Essa teoria que ele lançou quando de sua dissidência definitiva por volta de 1975 a 1978, de que ele (PSC) em 1946 nada sabia em termos de cães é uma mentira impossível de engolir, pois, já em 1951 ele era autor de inúmeros artigos técnicos de alto valor para Revistas especializadas em Cinofilia, bem como, que bem antes de 1946 ele ia viajar pelo Brasil inteiro a procura de bons exemplares de Fila Brasileiro para o seu comércio e, inclusive, era cinófilo atuante pelo SKC (Santos Kennel Clube, hoje extinto) onde julgava como árbitro bem antes de 1946.  E não venham com desculpas esfarrapadas de que naquela época (anos anteriores à “cisão”, ocorrida em 1978), o Brasil, por estar vivendo um período de instabilidade política não tomaria conhecimento, nem providências no caso de uma denúncia formalizada em uma Delegacia de Polícia, pois naquela época, principalmente devido à instabilidade política, a Polícia Judiciária e o próprio Poder Judiciário agiam, e agiram, com rigidez e celeridade bem maior (principalmente a Polícia Judiciária), época em que foram instaurados um número bem maior de IP (Inquérito Policial), portanto, esse fato derruba esse tipo de desculpa. Nenhum Delegado de Polícia seria imprudente e “inocente” ao ponto de deixar de tomar as medidas legais cabíveis e obrigatórias por lei (tomada de declarações a termo, pedido de testemunhos, exames periciais cabíveis, instauração de IP de “ofício”, etc.), no caso de uma denúncia formal, e incorrer (ele próprio Delegado) no crime de “PREVARICAÇÃO”, ainda mais se o denunciante fosse um “doutor” em leis, como seria o caso hipotético de hipotética denúncia do dr. PSC.. Esse pessoal precisa “pensar” em um outro tipo de desculpa plausível, um que pelo menos os mais crédulos acreditem..     

                        7) Raça Canina “Pura” é aquela Raça APURADA, ou seja, durante toda a sua existência oficial ela (Raça) será cada vez mais apurada através de acasalamentos dirigidos (escolhidos) e selecionados, sempre se procurando melhorar o fenótipo dos produtos (filhotes) através da seleção dos padreadores, sempre acasalando as fêmeas/reprodutoras do Canil com machos/reprodutores de excelência no fenótipo (exterioridade do animal) quando comparados ao PADRÃO RACIAL OFICIAL, dando-se preferência àquelas características raciais na qual a fêmea reprodutora esteja não tão excelente e PRINCIPALMENTE (na minha humilde opinião) no quesito TEMPERAMENTO/COMPORTAMENTO de GUARDA, pois, essa característica é a primordial para a Raça Fila Brasileiro continuar sendo EXCELÊNCIA NA FUNÇÃO DE GUARDIÃO. Por isso, quanto mais antiga for uma Raça Canina, mais “Pura” ela será considerada, pois foi APURADA por um tempo muito maior. O mais engraçado disso tudo é que esse pessoal, que nos acusa genérica e levianamente, usa e usaram alguns cães que não possuem registros e dos quais eles muitas vezes não sabem nem a descendência da segunda ou terceira geração. E eles os qualificam como PUROS. Agora os nossos, que TODOS possuem CRO, cujas origens são devidamente conhecidas, possuem todas as gerações anteriores devidamente conhecidas e REGISTRADAS junto ao SRG da CBKC/FCI, ora os nossos não são “puros”, os nossos são “mestiços” e sabem por que? Simples, são “mestiços” porque não são de propriedade de adepto do clube dissidente, nem comparecem às exposições do citado clube. Esse é o detalhe identificador da “mestiçagem”.

                        O fato de quererem alegar que o sr. PSC ou outra pessoa qualquer adepta das “teorias mórbidas” não foi (ou não foram) até uma Delegacia de Polícia e formalizou (ou formalizaram) uma queixa crime, por causa que o Brasil estava numa época de instabilidade política é querer “tapar o sol com peneira”, pois a Polícia Judiciária e o próprio Poder Judiciário no Brasil, na época de instabilidade política não sofreram qualquer intervenção no sentido de não instaurar Procedimentos Policiais em casos de crimes comunicados ou constatados. Sendo que para se comprovar isso é a coisa mais fácil, basta se informar junto a uma Delegacia de Polícia e verificar o número quantitativo de IP (Inquérito Policial) instaurados pelos mais diversos e variados tipos de crimes na época em questão (pouco antes de 1978).

Portanto essa “estória” que alguns adeptos dessas “teorias mórbidas” querem impingir, não merece nenhum crédito. Até criança de tenra idade entende que essa é aquela famosa desculpa esfarrapada do homem que manca por causa da muleta. Nem o Poder Judiciário, nem muito menos a Polícia Judiciária sofreu nenhum tipo de coação, muito pelo contrário, nessa época houve muito mais instauração de IP do que em outras épocas anteriores. Um outro indício da rigidez do Poder Judiciário e principalmente da própria Polícia Judiciária naquela época (época suposta de mestiçagem generalizada, ou seja, pouco antes de 1978, época da “cisão”), é que não havia tantos crimes praticados pelo tal de crime organizado. O “aparecimento” do crime organizado se deu nos meados da década de 1980 e disso eu tenho certeza absoluta, pois em 1986, durante um curso (CHQAOPM) que freqüentava na APMBB, eu, na minha “tese” sobre o tema: “Estudos dos Problemas do Brasil”, alertei sobre o crescimento do crime organizado aqui em SP e em alguns outros Estados, e, inclusive, a minha Professora de Sociologia estranhou o termo “Crime Organizado” (por ser novo), sendo que ela era uma pessoa muito atualizada, muito informada e viajava muito para o exterior, sendo que alguns alunos até a apelidaram de ‘Dama de Hamburgo”, devido ao fato dela citar muito essa cidade nas suas aulas. Além disso, outro fato que derruba por terra essa alegação, é que alguns adeptos dessas “teorias mórbidas”, continuaram a fazer campanha orquestrada de difamação contra os criadores não adeptos da dissidência, publicando inúmeros ataques em Jornal durante toda essa época (anos antecessores à cisão que ocorreu em 1978), fato que comprova que não havia restrição alguma pelo regime político da chamada “ditadura” contra a denúncia (mesmo que falsa) de fato criminoso ou não, aos órgãos de Polícia Judiciária ou aos órgãos de imprensa. A preocupação naquela época (de instabilidade política) era em relação aos movimentos políticos, principalmente de cunho “comunista”, “subversivos”, movimentos sindicais e assuntos correlacionados.

                        Portanto, meus amigos, não se incomodem com essa campanha retrógrada e perniciosa, pois tudo isso é “barulho de tambor”, é o grito dos incompetentes, que estão vendo a falência mercantil se aproximando, cada dia mais o mercado aumenta as dificuldades, ao mesmo tempo em que vêem o progresso mercantil e racial do nosso produto, sendo que somos vistos como concorrentes mercantis e, portanto, inimigos mortais. 

                        “O FB é típico caso se enquadrar na descrição do Padrão OFICIAL e não é típico se não se enquadrar na descrição do referido documento”. 

                        “Não fique só, fique sócio da SPFB”.     

                        “Brasileiro que cria Fila Brasileiro é duplamente Brasileiro”.

                        “Quantos mais formos, mais seremos ouvidos”.

                        “Quem quiser cor, que cultive rosas”. Autoria do Sr. PSC.

                        “Lembrem-se que a OFICIALIDADE se traduz também pelo reconhecimento dos outros Países. E que clandestinidade é um passo para a ilegalidade”.

                        “A Amarela, a PRETA, a Tigrada, a Marrom, a Vermelha e a Tigrada/Rajada em todas as tonalidades são as cores oficiais aceitas pelo Padrão Racial da Raça Fila Brasileiro, padrão esse que é reconhecido internacionalmente, inclusive pela FCI” e seus inúmeros Países membros”.

                        “Fila Brasileiro, o Melhor cão de Guarda do Mundo”.

                        “O otimista sonha, o pessimista reclama, O INCOMPETENTE ACUSA, o idealista planeja, o realista realiza”.

                        “Quem não tem competência, não se estabeleça”.

                        “Continuo SENTADO aguardando a apresentação de uma única PROVA REAL que comprove a inexistência e/ou a não oficialidade das cores Preta e Tigrada/Rajada escura na Raça Fila Brasileiro desde o início da FORMAÇÃO/oficialização do Registro e controle organizado da Raça Fila Brasileiro pelo extinto KCP (Kennel Clube Paulista) em 1946, ou até em época anterior”.

                        Acessem o site: http://www.spfilabrasileiro.com.br  e vejam o Padrão comentado por Especialistas e criadores experientes, comentários em Português falado no Brasil. Acessem o site: http://www.fci/be  e vejam o Padrão Racial OFICIAL do FB (Inglês, Alemão e Francês) que é reconhecido pelos inúmeros Países filiado à FCI (Federação de Cinofilia Internacional).

                        Acessem o site: http://www.cbkc.com.br  e vejam o Padrão Racial OFICIAL do FB (Português, Espanhol ou Inglês). Acessem o site: http://www.canildosertao.com  e leiam o PRIMEIRO Padrão Racial OFICIAL da Raça FB e outros inúmeros artigos.

                        Não deixem de apoiar o Teste de Progênie , o DEP (Diferença Esperada na Progênie) e o PMG (Programa de Melhoramento Genético) tão logo sejam disponibilizados para os cães.   

São Paulo, 17 de Novembro de 2009.
Virgílio De Martella Orsi.

Juiz de FB e grupos I, II, IV, V, VIII e X da CBKC/FCI.

Canil Vale do Aricanduva/SP

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